De onde vêm e como se calculam os números
Uma única fonte oficial e as mesmas regras em todas as páginas, para que tudo se compare.
Porque se usa a mediana e não a média?
Porque a mediana, o preço a meio da tabela, não se deixa arrastar por um ou dois postos extremos. Junta-se-lhe o mínimo e os percentis 10 e 90, entre os quais estão oito em cada dez postos, tudo calculado por distrito, concelho e marca; uma marca só aparece com um número mínimo de postos.
De onde vêm os preços?
Do portal de preços dos combustíveis da DGEG, onde cada posto declara o que cobra. É consultado de hora a hora, em gasóleo simples e gasolina 95, e cada posto conta uma vez, com marca, concelho e data de atualização; nenhum preço é alterado.
O que fica de fora?
Os Açores e a Madeira, porque a consulta cobre apenas os dezoito distritos do continente, e o gasóleo aditivado. Também fica de fora qualquer preço abaixo de 80 % ou acima de 160 % da mediana nacional, tratado como implausível. Valores em falta não são estimados e não há dados de stock, que a fonte não fornece.
O que se guarda de um dia para o outro?
A mediana, os percentis e o número de postos, todos os dias, sem reconstruções posteriores.
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